Ação Social no Batan promovida pela UCB

Ação Social no Batan

Universidade Castelo Branco oferece serviços gratuitos na comunidade do Batan

divulgação

 Em busca do bem estar social e qualidade de vida, a Universidade Castelo Branco (UCB), promove neste sábado (16), um evento social com diversos serviços de utilidade pública. A partir das 9h, haverá uma estrutura montada com profissionais à disposição para oferecer benefícios aos moradores do Batan, em Realengo.

 

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O projeto leva à  população, gratuitamente, serviços como, orientação sociojurídica, exames para revelar o tipo sanguíneo, aferição de pressão arterial, teste de glicemia, avaliação do pé diabético e massagens relaxantes. A UCB aplicará também um questionário socioeconômico, para acompanhar o desenvolvimento dos residentes da Comunidade.

 

Serviço

Ação Social na Comunidade do Batan

Data: 19 de agosto (sábado)

Horário: de 9h às 13h.

Valor: Gratuito

Local: Praça do Chuveirinho – Realengo

Universidade Castelo Branco terá laboratório de exames com preços populares

 

A Universidade Castelo Branco (UCB)  sempre pensando no bem estar da população no entorno dos campi, iniciou uma parceria com a NeoLab e inaugura no próximo dia 10 de agosto, no campus Realengo (Av Santa Cruz, 1631, um laboratório comunitário de ensino e pesquisa, com preços a partir de R$ 5, beneficiando moradores das Zonas Oeste e Norte. Os atendimentos serão realizados de segunda a sábado, a partir das 7h  ou com agendamento domiciliar.  

 O laboratório tem capacidade para atender 200 pessoas diariamente e com produção de 100 mil exames por mês, entre os básicos como: urinálise, hematologia, imunologia, anatomia patológica, pré natal, triagem neo natal, coagulação, medicina no trabalho para empresas (exames admissional, demissional e periódicos) até os exames mais difíceis como: teste de paternidade, sexagem fetal, testes gestacionais que apontarão se o bebê terá algum tipo de problema de saúde ou genética, entre outros.  

Os alunos de Farmácia, Biomedicina, Biologia da UCB e os alunos do nível técnico de Análises Clinicas do CAP Gissoni terão a oportunidade de fazer estágio e aulas práticas, aprendendo a realizar os exames, sendo acompanhando por profissionais qualificados. Também dará apoio para os cursos de Nutrição, Educação Física e Enfermagem. 

Serviço 

Laboratório Comunitário de Ensino e Pesquisa 

Nome: NeoLab Análises Clínicas  Inauguração: 10 de Agosto 2017 

Atendimento: segunda a sábado, a partir das 7h.

Preço: a partir de R$ 5. 

Local: Campus Realengo UCB (Av Santa Cruz, 1631)    

 

Denúncia contra Temer x impeachment de Dilma: o que é mais grave, pedaladas ou corrupção?

O ano de 2017 dá sinais de déjà vu. A Câmara dos Deputados volta a ter em suas mãos o poder de definir o destino de um presidente da República, um ano e três meses depois de autorizar a abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Após a denúncia feita nesta segunda-feira pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot contra Michel Temer, acusado de cometer corrupção passiva, os deputados devem agora aprovar ou não a abertura de um processo penal contra o mandatário. Assim como no ano passado, são necessários que no mínimo 342 dos 513 parlamentares sejam favoráveis ao início do processo. Caso isto se concretize, caberá aos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidir se transformam o presidente em réu – no caso de Dilma, no ano passado, coube ao Senado validar o processo de impeachment. Se assim for, Temer será afastado de sua função por até 180 dias. Mas quais as principais diferenças entre o processo que culminou na destituição de Rousseff e a denúncia de Janot contra Temer?

Apoio nas ruas e no Congresso

O cenário para Temer difere daquele que assombrou a ex-presidenta Dilma, começando pelo papel do Congresso na crise que colocou os presidentes na berlinda. Se no primeiro mandato da petista o Parlamento apoiou seus projetos, desde o início do segundo mandato a ex-presidenta entrou em pé de guerra com a Câmara, quando o agora ex-deputado do PMDB Eduardo Cunha foi eleito presidente da Casa, em fevereiro de 2015. O calvário de Dilma começava ali, e a Câmara jogou pesado atrasando votações importantes para o Governo. Além de articular as chamadas pautas-bombas, Cunha foi o algoz que aceitou o pedido de impeachment da presidenta em dezembro daquele ano, que viria a desembocar no espetáculo dantesco do dia 17 de abril de 2016. Durante quase 10 horas de sessão num domingo, 367 deputados se apresentaram diante do microfone para autorizar, um por um, por Deus e pela família, a destituição de Dilma. O empresariado também foi decisivo para enfraquecer a petista. Descontentes com sua política econômica e o descontrole da inflação, patrocinaram movimentos contra ela, que encheram as ruas de manifestantes.

No caso de Temer, seu poder não foi minado pelo Congresso, nem pelo setor produtivo, nem pelas ruas. Ao contrário. Desde que assumiu em definitivo, em agosto do ano passado, logrou passar projetos impopulares, como o teto de gastos, e aprovou na Câmara a reforma trabalhista. O peemedebista tornou-se o queridinho do mercado, ao acenar com a aprovação, também, da reforma da Previdência. Os movimentos anticorrupção também se esvaziaram depois da saída do PT da presidência – a maior crítica a eles é que focavam apenas uma preferência política (anti-PTs), e não a corrupção em si.

Temer, no entanto, começou a cair em desgraça quando a Lava Jato o alcançou. Já havia sido citado nas delações da Odebrecht, mas ainda assim, logrou passar ileso. Foi a delação da JBS, no dia 17 de maio, que colocou o presidente contra as cordas, com a exposição do diálogo com o empresário Joesley Batista. A péssima repercussão junto à opinião pública criou rachaduras em sua base de apoio. O PSB, por exemplo, anunciou a saída da base do governo no dia 22 de maio, ou seja, poucos dias após a delação. A denúncia da PGR nesta segunda parece repelir outro fiel escudeiro: o PSDB. O partido tem dado sinais contraditórios sobre o apoio ao Governo. Durante seu pronunciamento, nesta terça-feira, o presidente estava cercado por 80 deputados da base aliada, e nenhum tucano expressivo.

Pedaladas versus corrupção passiva

Também se sobressai a diferença das acusações contra Dilma e Temer. Ainda que houvesse como pano de fundo a Operação Lava Jato, até então mais focada na corrupção dos governos do PT, e uma crise econômica que dava os primeiros sinais, a oposição centrou-se em questões técnicas para sustentar a tese de que a petista cometera um crime de responsabilidade no exercício de seu segundo mandato. O pedido protocolado na Câmara pelos juristas Janaína Paschoal, Miguel Reale Júnior e Hélio Bicudo focou a acusação na assinatura de três decretos de suplementação orçamentária sem o consentimento prévio do Congresso Nacional e nas famosas pedaladas fiscais (o atraso por parte do Tesouro Nacional do repasse de verbas a bancos públicos e privados, que realizavam os pagamentos de diversos programas de governo, com o objetivo apresentar melhores dados fiscais). Ainda se discute se as questões apontadas eram ilegalidades ou não. Mas não se tratavam, de todas as formas, de crimes comuns que pudessem levar Dilma para a cadeia.

Já Temer é acusado de cometer o crime de corrupção passiva, e ganha assim o incômodo título de ser o primeiro presidente em exercício a ser denunciado por crime comum durante seu mandato. Caso seja condenado, poderá pegar entre dois e 12 anos de cadeia e pagar uma multa de 10 milhões de reais, como solicitado pela Procuradoria-Geral da República. Tem ainda, colada a sua imagem, uma mala de 500.000 reais entregue a seu assessor especial, o deputado Rodrigo Rocha Loures, pela JBS. O dinheiro supostamente era endereçado ao PMDB da Câmara e ao próprio chefe do Poder Executivo. Os diretores da empresa asseguraram na delação que a promessa era de 38 milhões em propinas.

As investigações contra o peemedebista começaram após um acordo, no final de maio, de delação premiada entre o Ministério Público Federal e executivos da JBS. As delações foram divulgadas um dia depois de sair à luz a gravação de uma conversa entre Temer e Joesley Batista na qual sócio do grupo relata ao presidente a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o pagamento de propina a membros do Judiciário e a tentativa de interferência em decisões do Governo. Além disso, o deputado Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor especial e homem de confiança de Temer, foi flagrado com uma mala com 500.000 reais.

O que diziam e o que dizem alguns atores envolvidos

Além de Temer, as delações da JBS atingiram Aécio Neves, senador pelo PSDB de Minas Gerais, ex-candidato a presidência em 2014 e principal líder da oposição durante o segundo mandato do Governo Dilma. Seu partido se apresentou como alternativa ética ao petismo até as vésperas do impeachment e Aécio chegou a afirmar, durante um debate na televisão com Dilma, que a principal medida para acabar com a corrupção era retirar o PT do poder. Hoje, o tucano está suspenso de suas atividades no Senado após ser gravado pedindo dinheiro para a JBS e seu primo ser flagrado pela Polícia Federal levando malas de dinheiro entregues pelo frigorífico.

Outro dos protagonistas do impeachment foi Paulo Skaf, presidente da Federação de Indústrias de São Paulo (FIESP). Filiado ao PMDB, Skaf se engajou pessoalmente na queda da ex-presidenta. Sua entidade foi responsável pela campanha “Chega de pagar o pato” (em referência ao possível aumento de impostos naquela época), cujo símbolo era um enorme pato amarelo instalado diante do prédio da FIESP na avenida Paulista. Era lá que manifestantes de verde e amarelo se concentravam para pedir a saída da petista e encontravam as portas abertas do edifício sempre abertas. Na última quinta-feira, entretanto, Skaf disse ao jornal Estado de S. Paulo que não cabia “à Fiesp falar sobre renúncia de Presidente da República, mas defender a retomada do crescimento do País”.

Algoz dos governos petistas, outra importante figura que mudou o tom foi o ministro do STF Gilmar Mendes. No final de 2015, quando a Corte julgou o fim do financiamento privado de campanha eleitoral, Mendes chegou a acusar o PT de querer se perpetuar no poder com dinheiro desviado da Petrobras. “Um verdadeiro método de governo está sendo revelado. Método criminoso de governança para manutenção de um partido no poder e amordaçamento da oposição”, atacou na época.

Como presidente do TSE, também foi o responsável por dar a celeridade ao processo quando Dilma ainda estava no poder. “O pouco que já se revelou, e certamente há muito a se revelar, já é suficiente para que nos preocupemos. Se houve dinheiro de propina sistêmica da Petrobras na campanha eleitoral, isso deve ser investigado”, chegou a dizer Mendes. “É razoável que se instale um modelo como este, que o país passe a funcionar dessa maneira, em que dinheiro de propina sai para partido do governo e comece a circular? É razoável? (…) É grande a responsabilidade deste Tribunal, pois não podemos permitir que o país se transforme em um sindicato de ladrões”, acrescentou. Durante o julgamento do processo, entretanto, ele foi o principal articulador da absolvição da chapa Dilma-Temer, que garantiu a permanência do presidente no cargo. Muito embora tenha se gabado de ser o responsável pela abertura do processo no TSE, votou contra o uso das delações da Odebrecht como prova de eventual crime da chapa. O argumento é que estaria se extrapolando o objeto da ação aberta pelo PSDB: financiamento de campanha por doações oficiais de empreiteiras contratadas pela Petrobras. Para Gilmar, as delações da Odebrecht traziam informações sobre caixa 2, que não teriam a ver com o crime.

Recentemente, desde que a Lava Jato chegou ao PMDB e ao PSDB, vem sendo o principal crítico à operação e ao procurador-geral Rodrigo Janot. Em palestra para empresários no último dia 19, Mendes opinou que a investigação se expandira “demais, além dos limites”.

Popularidade

Nas vésperas do impeachment, a popularidade de Dilma Rousseff rondava 9% ou 10%, segundo as pesquisas da época. Temer chegou a dizer então que, com uma popularidade tão baixa, era improvável que Dilma conseguisse chegar até o fim do mandato. A última pesquisa Datafolha, divulgada na semana passada, mostra que Temer possui apenas 7% de popularidade. Trata-se do número mais baixo dos últimos 28 anos. Temer só ganha de José Sarney, também do PMDB, que chegou a ter apenas 5% de apoio. Ao contrário do ano passado, o peemedebista acredita que pode seguir governando.

Meirelles admite que governo quer reter FGTS para economizar seguro-desemprego

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, admitiu que o governo discute reter parte do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) dos trabalhadores demitidos sem justa causa para economizar com o pagamento do seguro-desemprego.

O dinheiro do FGTS não é do governo, mas do trabalhador que, se demitido sem justa causa, tem direito a sacar os recursos.

A proposta ainda está passando pelas áreas técnicas e será analisada pela equipe econômica, mas o fundo poderia ser usado para esse propósito, afirmou. Ele disse que não existem números sobre a economia do governo com esse atraso na liberação do seguro-desemprego.

Reportagem publicada por “O Globo” diz que, para economizar no pagamento do seguro-desemprego, o governo estuda reter o saque da conta do FGTS e a multa de 40% previstos no caso de demissão sem justa causa. Esse total seria parcelado em três meses.

Os valores mensais corresponderiam ao último salário do trabalhador na empresa. Passados três meses sem conseguir outra colocação, o trabalhador poderia dar entrada no pedido de seguro-desemprego e retirar o restante do valor do FGTS. Se conseguir um novo emprego, também poderia sacar o restante do valor.

 

 

IMPOSTOS

Meirelles disse, também, que “se necessário” o governo poderá elevar impostos para compensar a queda na arrecadação do governo.

“Se for necessário, fazemos, sim, um aumento”, afirmou.

Segundo ele, não está nos planos do governo aumentar impostos, mas uma elevação não está descartada em caso de necessidade.

No momento, afirmou, isso não seria necessário porque o governo pode contar com receitas atípicas, como os recursos não sacados de ações contra a administração (chamados de precatórios), no total de R$ 8,4 bilhões.

Ele citou ainda a devolução de algumas hidrelétricas por alguns Estados ao governo federal, que podem gerar valores relevantes, a depender dos leilões. E também ressaltou o novo Refis, programa de refinanciamento de débitos de empresas.

“Fora a recuperação da atividade econômica”, afirmou.

 

Fonte: Folha.uol

Justa homenagem aos Anjos de Realengo, mas o local gera controvérsias.

EXCLUSIVOO Jornal Realengo em Pauta e o Blog Pró-Realengo ouviram as mães, os moradores e o poder publico .

As mães pediram a prefeitura esta homenagem através da Associação de pais dos Anjos e a homenagem será inaugurada no dia 20 de setembro (domingo)  as 09 horas da manhã, atrás da Escola Municipal Tasso da Silveira, na praça agora chamada “Anjos da Paz” , esquina das ruas Jornalista Marques Lisboa e Almirante Clemente Pinto.

anjos vizinhos contra anjos estatua 2 anjos praça Anjos

De um lado a Associação sugere uma homenagem, do outro a prefeitura abraça a ideia, e no meio disso tudo o local não foi unanimidade entre nenhuma das partes. nem mesmo dos vizinhos que acham que a prefeitura deveria olhar para o local anteriormente, só lembrou desta praça agora.

Adriana Silveira, presidente da Associação dos Anjos de Realengo, nos faz um relato destes quatro anos de saudade junto com outras mães e parentes, a respeito da luta das mães dos Anjos de Realengo.

É uma luta desigual, mas a luta continua e contamos com o apoio da população que sempre esteve ao nosso lado, e continua mandando uma palavra de conforto uma palavra de carinho e isso tudo nos ajuda a se manter e pé, pois vivemos de altos e baixos e quando uma mãe está mais fraquinha vem outra e ajuda e vice e versa.

Hoje lutamos não mais pelos nossos filhos, mas pelos filhos de nossos amigos e vizinhos por todas as crianças de nosso país. Queremos o direito de botar nossos filhos dentro da escola e ter a certeza de que vamos voltar e pegá-los com vida, pois a situação da segurança das escolas está precária, os vigias e porteiros já foram retirados, ficaram durante três anos e agora todos já foram mandados embora, ou seja foi uma solução temporária.

A Homenagem aos Anjos, em forma de estátua.

anjos estatua 1

E nós estamos pra receber uma homenagem em forma de estátua em tamanho real aqui em Realengo, e já que Realengo está pra fazer 200 anos, que possamos receber este presente, em uma praça digna, uma praça legal, onde nossas crianças possam ir, brincar com segurança. Mas estamos sem local definido, optamos pela Praça Piraquara que é uma praça de fácil acesso a tudo, é bem visível enfim, mas estamos enfrentando o dilema que a nossa prefeitura se recusa a cobrir parte do Rio Piraquara (atualmente o rio a divide). Assim ficaria uma praça única e mais segura, como já foi feito em outro rio no mesmo bairro, portanto é viável; juntamente com uma reforma, pois como hoje está nem podemos chamar de praça e sim logradouro público, tanto as crianças quanto os 200 anos do bairro merecem uma nova praça.

Hoje a gente pede isso à prefeitura do Rio de janeiro, ou mesmo que a iniciativa privada abrace esta causa e adote a praça fazendo as reformas necessárias. E as empresas poderiam se valer de incentivos fiscais.

O Jornal Realengo em Pauta (JRP) e o blog Pró-Realengo (BPR), a convite da presidente da Associação de Pais e Amigos dos Anjos,  Srª. Adriana Silveira encontrou-se com o Chefe de Gabinete do Prefeito, Luiz Henrique David de Sanson, onde foi sugerido que uma pequena parte da Praça Piraquara fosse feita uma cobertura do Rio como foi feito no Rio Catarino, na Rua Luiza Barata, que em sua quase total extensão da rua ele é coberto e constam alguns mobiliários urbanos sobre o mesmo.

No dia 5 de março de 2015 em plena Praça Piraquara,  conversamos com o Sr. David.

anjos praça Reunião Piraquara 2 anjos praça Reunião Piraquara 3 anjos praça Reunião Piraquara

Quando chegamos, o Sr. David já estava conversando com a Srª. Adriana e outras mães.

-A Prefeitura está fazendo 70 Clinicas da Família, 130 escolas, a gente tá fazendo Transolímpica, Transoeste, tem Olimpíada, a gente está num momento de gestão… é complicado não faz sentido nenhum, cobrir um rio pra fazer uma praça dos sonhos, fazer uma praça “Maravilhosa”.

Adriana- interveio : Fazer uma praça decente…

Sr. David: A praça vai ser decente…não há a menor hipótese de se cobrir um rio…Pô, Adriana na boa, cobrir o rio pra fazer uma praça dos sonhos, uma praça maravilhosa, já tenho falando isso a um bom tempo com vocês…

Neste momento o administrador do blog Pró-Realengo, convidado pelos anjos de Realengo, dirigiu a palavra ao Sr. David, com o celular em punho, e este lhe perguntou: “Tá Gravando ? Então me avisa quando estiver me gravando?”

Neste momento o Sr. (Luiz Fortes), representando o Pro Realengo e o Jornal Realengo em Pauta, confirmou: “estou gravando, comecei agora a pouco, quer que eu apague, e recomece?”

Nós somos do blog Pró-Realengo, e do Jornal Realengo em Pauta, e a gente faz uma cobertura aqui no bairro. Ecoando as Reivindicações dos moradores e não é a nossa palavra, é sim os que os moradores externam.

RP/PR:  Praça Piraquara – Então hoje em dia nós temos duas meias praças, por que o rio corta ela ao meio, então não temos praça nenhuma e sim duas meias praças, as reivindicações delas nós achamos interessante, e vimos que isso já foi feito lá no Rio Catarino, na Rua Luiza Barata onde o rio foi transferido para a rua, pois originalmente o rio era na Rua Helianto [neste momento ele chamou um assessor chamado João e se desculpou pois infelizmente tinha que chamar quem conhecesse; [repetimos para que entendesse a conversa]

E vimos que isso já foi feito, foi mudado o curso para ele vir para a Rua Luiza Barata, e lá ele foi parcialmente coberto, passa carro de um lado, passa carro de outro e na parte central onde passa o rio atualmente, está canalizado bonitinho com alguns brinquedos, algumas partes de caixa e visita, que tinha grade (passei antes de vir para cá e constatei que sumiram. Roubado?)

O Sr. João interveio e explicou que o rio passava na verdade nos fundos das casas e a Rio Águas aprovou o desvio do rio…

Sr. David complementou: Só para te falar Luiz, não é inviabilidade técnica é demanda de recursos, então assim só para gente entender. Essa explicação toda, dada por você é pra poder mostrar pra gente que seria viável fazer uma coisa similar que foi feita lá atrás , isso é ponto pacífico a gente tem essa clareza, agora aqui agora o que não podemos permitir é que se crie a expectativa de se fazer uma cobertura do rio pra você unificar a praça é um projeto maravilhoso.

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Mas que hoje nós não temos condição de fazer isso.

Não é viabilidade técnica obviamente, teria de se fazer um estudo ambiental, pra poder saber…Estou aqui tomando frente sem saber se poderia ser feito ou não. Eu acredito que não teria obstáculo, que no caso e a demanda de recursos, e o que eu estou entendendo, o pleito aqui não é só da Associação Anjos de Realengo, é um pleito também dos moradores que se faça uma praça unificada, e o que eu estou colocando enquanto Poder Público, aqui é o seguinte, a gente tá fazendo uma série de investimentos na cidade, então tá num período de contenção de gastos mesmo.

Então se você me perguntasse. Ah David, quanto custaria pra fazer a cobertura do rio?

Não é uma intervenção simples, a gente não vai chegar aqui e unificar as duas praças, é uma obra pesada que vai demandar recursos, há uma expectativa enorme com isso e ao mesmo tempo se cria uma frustação a gente fala que não vai fazer, e não necessariamente o fechamento do rio é determinante para se ter uma praça bem feita.

A gente pode fazer um belo projeto, uma bela reforma unificando as duas praças. A ponte está muito feia? Beleza! A gente faz uma melhora nessa ponte, não significará que a gente precisa cobrir o rio. Só acontecerá um projeto bacana se a gente cobrir o rio? Não, não é verdade!

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RP/PR: Nesse momento intervimos dizendo que não era cobrir o rio e sim parte dele no máximo 30 metros.

David: É cobrir o rio…

RP/PR: Para nós, cobrir o rio é cobrir o rio todo, estamos falando de uma pequena parte da praça, só na parte central dela. E você está falando que não tem recurso da Rio Águas?

David: Não é questão de não ter recurso. Recurso a prefeitura tem, só que a gente é gestor, então é assim… Não estou falando que a prefeitura não tem dinheiro pra fazer essa obra, obviamente tem!

Agora você tem o orçamento familiar, você controla ele, dentro das suas prioridades.

RP/PR: Nós íamos contestar que na Praça Guilherme da Silveira (Bangu), estão construindo uma pista de Skate de Zona Sul, o projeto é o mesmo projeto da Zona Sul, maravilhoso diga-se de passagem, mas é a Secretaria de Esporte.

David: Que bom que está acontecendo um investimento desses, com padrão Zona Sul aqui na Zona Oeste. A gente tá fazendo licitação de 60 clínicas da família, 70% ou 80% delas ficarão aqui na Zona Oeste.

RP/PR: É onde vocês  tem mais votos!

David: Não é questão de mais votos. Voto é consequência, ele não é causa. A verdade é que tínhamos uma Zona Oeste abandonada e é a população da cidade do Rio de janeiro, que mais precisa  de atenção. Na Zona Sul, só precisa de manutenção ela está toda pronta.

A nossa proposta aqui como Prefeitura é fazer uma reforma legal na praça, entregar uma praça a população a comunidade. Agora sem essa cobertura do rio. Temos de jogar com a verdade, pois não vou ficar criando expectativas que a gente não vai conseguir corresponder.

Adriana Silveira: Qual é a proposta?

David: Gente uma reforma na praça e a implantação do monumento. Se não atende, a gente busca uma outra alternativa de uma praça na região. Simples.

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Adriana Silveira: Não é a Associação, é a população. Não tem praça para as crianças, não tem um lugar legal pra ficar, aqui seria o ponto que  todo mundo viria.

David: Adriana, Adriana … Concordo e a praça vai existir a partir da reforma.

Tem um projeto? (Perguntou outra mãe que estava presente.)

 David: A gente elabora um projeto. É isso que a gente vai discutir agora excluindo de qualquer discussão a cobertura do rio. Ah, vamos botar uma ATI (Academia da Terceira Idade), vamos botar um Play Ground, vamos botar um balanço, vamos fazer isso, vamos fazer aquilo. A gente abre para uma discussão. Agora cabe a nós enquanto gestores é poder ter isso claro.

 

 


Vejam o vídeo com reclamações dos moradores das ruas próximas onde será colocada a homenagem. Eles são contra a escolha do local.

 


 

Independente desta polêmica toda, nós como midas voltado para o bairro e que sempre se preocupa em valorizar o bairro, vê com imenso orgulho receber obra de tão renomada artista, com prestigio internacional no ano em que o nosso bairro comemora 200 anos.

Cristina Motta  artista renomada internacionalmente é a autora da obra.

Cristina Motta- Autora da

Cristina Motta- Autora da obra

Artista plástica Christina Motta, criadora de diversas obras tais como as esculturas de Brigitte Bardot e dos pescadores no mar, em Búzios. Além disto tem trabalhos destacados, como a escultura de Juscelino Kubitschek, e a de Chico Mendes, em Rio Branco, Acre. Christina é referência no Brasil e no exterior. Tem trabalhos expostos em São Paulo (como o “Paulistano”, no Parque do Povo), na Inglaterra, nos Estados Unidos, na Holanda, no Japão e em diversas cidades brasileiras. Na cidade do Rio, são suas criações as esculturas do Tom Jobim, Cazuza, Carmem Miranda e Tim Maia .

http://www.christinamotta.com.br

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Maria Realenga apresenta: Sarau Cultural em Terras Realengas?

O Jornal Realengo em Pautae o blog Pró-Realengo foram juntos conhecer o novo trabalho do Maria Realenga, que valoriza a cultura em nosso bairro.

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Entrevistamos Sidnei Oliva Coordenador Geral do Coletivo Cultural Maria Realenga que tem por objetivo enriquecer e agregar valores culturais e incentivar os artistas locais, tendo em vista que nosso movimento sociocultural tem por objetivo, organizar, produzir, divulgar e fomentar as diversas manifestações sociais e culturais da região. 

Pro.Realengo /Realengo em Pauta: Senhor Sidnei, fale para nossos leitores: O que é o Maria Realenga como surgiu e Qual seus objetivos?

R) O coletivo surgiu após o luto e a reflexão sobre o que fazer diante da tragédia da escola Tasso da Silveira onde o bairro ainda vive o luto pela perda de 12 adolescentes.
Nosso objetivo é diluir o estigma de bairro tragédia promovendo, produzindo, divulgando e fomentando as variadas expressões artísticas do bairro mediante saraus culturais.
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PR/RP: O que podemos fazer além?

R) Fizemos três saraus, uma feira literária e dois eventos enaltecendo o Choro e doze vozes femininas do bairro,
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PR/RP:  Vocês tem apoio oficial para os eventos?

R) Pensamos em fornecer apoio logístico e humano as ações apresentadas nos saraus, ministrar oficinas e workshops culturais nas comunidades representadas nos eventos e ampliar nosso vínculo com as comunidades locais.

PR/RP: O que as ações promovem no bairro?

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R) Resgatam a autoestima do Realenguense, fomentam projetos engavetados por falta de espaço para exposição e divulgam artistas renomados e anônimos do bairro.

PR/RP: Quem são os personagens do coletivo?

R) Sidnei Oliva – coordenador geral
Sergio Martins – Feira literária
David Souza – Memoria Cultural
Renata Oliveira – Secretaria
Luiz Damião – logística
Vandré Luan – produção musical
Carlos Maia – teatro
Rogerio Rodrigues – artes circenses
Jorge Torres – divulgação..

Estivemos presentes em diversos eventos produzidos, por eles, e tivemos a oportunidade de conhecer inúmeros artistas de diversas vertentes e com grande valor cultural e desconhecidos da grande parcela da população de Realengo e adjacências.

SERVIÇO:

Sarau Cultural em Terras Realengas? – com coletivo Cultural Maria Realenga.

Dia: 15 de Agosto a partir das 19hs. / ENTRADA FRANCA

Local: Restaurante Bom Petisco – Av. Marechal Fontenelle, 4.473 – Mallet

(ao lado do Colégio Castelo Branco)

Colabore com o coletivo adiquirindo uma camiseta na fanpage  https://www.facebook.com/maria.realenga

PRIMEIRA FORANIA Pe. Felipe Lima

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ENTREVISTA COM O PADRE FELIPE

REP: Como é sua chegada a esse cargo de vigário episcopal, como o senhor recebeu a notícia de estar sendo elevado a esse cargo e qual são seus planos pro vicariato?

VIGÁRIO: Bom, eu tenho seis anos de padre; nesses seis anos dois anos trabalhei no Seminário São José como formador do grupo de Filosofia e nos outros quatro anos trabalhei aqui na paróquia São Francisco de Assis, no bairro Senador Camará. Desde que cheguei aqui a gente tem feito um trabalho de comunhão. Fui vigário forânio da 3ª forania do vicariato por dois anos; depois de cumprir meus dois anos, me ausentei, e fazendo um trabalho de comunhão  com clero do oeste, um clero que por sinal era muito grande, porque compreendia muitos bairros da Zona Oeste, e havia essa intenção por parte dos padres pra facilitar o trabalho de comunhão, que houvesse uma divisão vicarial, e uma vez que havia quase que um consenso nessa vigario 4realidade pra facilitar o trabalho, a gente vinha nessa expectativa até que na última assembléia  que tivemos de todo o antigo Vicariato Oeste reunido, ouve uma eleição, não tanto uma eleição, uma indicação, que é a escolha do Bispo, indicação de 3 nomes  pra que o Bispo pudesse escolher entre esses ; pra minha surpresa, foi uma surpresa eu realmente não contava que isso pudesse acontecer. O bispo, naquele mesmo dia, me ligou pedindo pra eu assumir esse novo trabalho. Digo surpresa porque sou novo, recém-chegado no vicariato, ainda assim o Bispo achou que pudesse desenvolver, e eu disse meu sim pra esse trabalho; a expectativa de trabalho é grande somos agora 27 paróquias que compreendem os bairros de Senador Camará, Bangu, Santíssimo, Realengo, Padre Miguel, Magalhães Bastos, e a Arquidiocese do Rio tem proposto sempre inúmeros trabalhos de evangelização e de missão. A a gente espera que com esse número mais reduzido de paróquias a gente possa desenvolver com mais perfeição e atingir os objetivos que a Arquidiocese espera com essas propostas de trabalho, principalmente no que diz a respeito a missão e evangelização.vigario 3

REP: Recentemente ouve a cisão do vicariato, onde o vicariato (antigo) oeste ficou com 27 paróquias e o novo vicariato, o de Santa Cruz ficou com um maior número de paróquias e vai ser comandado pelo Padre George Bispo. Como o senhor (que está chegando agora) vê essa cisão do vicariato, qual a proposta apartir dessa cisão; tornar mais operacional a estrutura dos vicariatos?

VIGÁRIO: Sim, sem duvida favorece o trabalho. O vicariato com sete foranias como era anteriormente, 60 e tantas paróquias, nós moramos em uma cidade grande em que a nossa locomoção não é favorecida, os nossos encontros de formação sofriam com isso. A intenção é tornar tudo mais acessível. Fazer o acesso ser mais fácil pra todos os membros paroquiais, coordenação, principalmente no que diz respeito à formação; se a gente tem alguma atividade com interesse formativo pras nossas comunidades, nossas pastorais, a gente tem como viabilizar isso melhore e trabalhar com uma quantidade menor de pessoas.

REALENGO 200 ANOS

Realengo está fazendo aniversário e não é um simples aniversário; junto com ele festejamos também a alegria de fazer parte desse bairro. Quando vim morar em Realengo, há 28 anos, trouxe comigo a esperança de reconstruir a minha vida, vida essa despedaçada, triste e amargurada. Encontrei aqui nesse lugar o acolhimento que tanto precisava para renascer e fazer ressurgir um novo tempo, tempo de esperança e realizações.

Aqui encontrei o amor e a confiança para realizar meus sonhos acalentados por muitos anos. Foi em Realengo que fiz amigos, terminei de criar minha filha, aqui nasceu meu filho, conheci meu amor, plantei árvores e escrevi livros. Realengo é um bairro muito especial, apesar da idade ainda falta muita coisa a ser conquistada para que seus moradores possam viver com tranquilidade.

Precisamos da construção de mais escolas e que elas tenham segurança para os nossos filhos estudarem e serem homens de bem, postos de saúde, médicos. Necessitamos de mais linhas de ônibus direto para o centro da cidade, local de trabalho da maioria dos seus moradores. Enfim, precisamos ainda de tantas coisas que precisaria um espaço maior para citar.

Vou ficando por aqui com a certeza de que um dia veremos nosso bairro sendo citado pela mídia como o melhor bairro para se viver no Rio de Janeiro, lugar de gente humilde, corajosa e trabalhadora. Porque quem faz o lugar é o povo que vive nele e aqui vive um povo cheio de esperança e confiante de que os seus sonhos não são UTOPIA.

Escritora do Jardim Novo

Carminha Morais

Autora dos livros: Ministério Abba Pai, Felicidades se constrói em doses homeopáticas, Onde anda você? Vidas entrelaçadas pelas linhas do tempo, Simplesmente por Amor, Muito Além das Estrelas, Estou de Olho em Você, O Trem da Minha Vida, e os Contos e Afins.

OPINIÃO:
Por Luiz Carlos Chaves

Eis que é chegado o Outono… E que bom que o verão se foi, deixando pra trás todas as camisas suadas, e o mal-estar de dias muito quentes, com temperaturas em torno de 50 graus. Já não aguentava mais aquele calor brabo, logo eu, que na juventude, fui rato de praia, chegava cedo e saía quase ao anoitecer, com um gosto de ainda quero mais, com muito frescobol, mergulhos para refrescar e tirar o cansaço, e a competição de pegar um Jacaré até a areia. Foi bom demais… Adorava o sol, como forma de ficar bronzeado, e ficar bonitinho para as menininhas… Essa fase passou, e hoje curto mesmo é um bom papo, com aquela pessoa do bem, de bom humor e alto astral, que me faz rir de tudo ao meu redor, e com muita sombra e água fresca, sem esse calorzão que já se foi com o Verão…

Mas nesses dias, o tom da conversa tem girado sempre em torno de um assunto, que muitos de nós estamos deixando de lado, e que é pra lá de fundamental para nós moradores deste bairro. Falo do Rio Catarino, e tudo que ele nos causa em dias de chuva forte. O Rio Catarino é um rio estreito, raso e saturado, e jamais poderia ter recebido as obras do Rio Cidade, onde as águas pluviais, do lado da Av. Santa Cruz, foram jogadas para esse Rio. Elas deveriam ter sido jogadas para o Rio Piraquara, que é largo, profundo e não saturado.

Por motivo de economia porca, e a falta de um estudo de impacto, o Catarino recebeu, no final de 1999, as águas advindas da chuva, numa ligação em frente à Universidade Castelo Branco, e depois desta ligação feita, aliada à ignorância das pessoas que teimam em jogar lixo nos rios, os transtornos que ficaram, são enormes, causando danos a uma grande população, que fica rezando para não chover forte, pois toda uma região fica inundada, desde a Av. Santa Cruz, em frente a Universidade Castelo Branco, Rua Bernardo de Vasconcelos, onde ficam a Comlurb, e os Colégios Coronel Corcino e Gil Vicente, e a estação de trens de Realengo, até a Av. Brasil, quando finalmente se encontra com o Rio Marinho e continua seu curso para o Estado do Rio.

Mas, o maior transtorno causado, é na Favela do Vintém, que fica com muita lama e sujeira, e todas as ruas próximas também ficam sujas e alagadas, como a Estrada da Água Branca, Rua Petrópolis, Rua Recife, Rua Marechal Falcão da Frota, Marechal Agrícola, Marechal Marciano, Rua Barão Triunfo e muitas outras… Uma verdadeira tragédia.

Existem muitas soluções para essa burrada que foi feita no Rio Cidade, e cito uma solução como exemplo de tantas outras, que é rasgar a Rua Professor Venceslau, atrás da Universidade Castelo Branco, em linha reta, direto, colocando manilhamento até o Rio Piraquara, que é como a obra do Rio Cidade deveria ter sido feita, numa obra de aproximadamente 1 quilômetro, para esvaziar um pouco do volume do Rio Catarino. Mas o que falta mesmo para acabar com esse problema nefasto é vontade política, é vontade de acabar com o sofrimento de quase 20 mil pessoas que são atingidas toda as vezes que chove forte. Isso só terá fim, quando a população for para as ruas, e cobrar do Governador e do Prefeito o fim deste sofrimento.

Como somos um povo acomodado e sem culhões, vamos viver essa tragédia anunciada, ainda por muitos anos, a não ser que apareça um ser que torne possível a sensibilização da grande massa deste local, botando o bloco na rua, com faixas, e tudo que se puder fazer para causar transtorno e chamar a atenção, e que se cobre de maneira efetiva, as obras necessárias, para dar fim a essa esculhambação de falta de vontade em dar fim ao sofrer dos moradores de Realengo, por onde o Rio Catarino passa.

Luiz Chaves

Luiz Carlos Chaves

Mas a solução fica difícil pois não se tem onde colocar uma placa de realização da obra, porque é debaixo do chão, e por isso os políticos não serão reconhecidos, e não se esforçam para concretiza-la, daí a dificuldade em se fazer uma obra, e não ser lembrado pelo feito. Isso é uma “Vergonha”… Com a palavra os políticos da Região Administrativa, Sub Prefeitura, Vereadores e deputados da Zona Oeste.

UPP BATAN FAZ FESTA DE PÁSCOA

UPP BATAN FAZ FESTA DE PÁSCOA

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A UPP BATAN comandada pelo Tenente Ronald Carvalho fez a festa de Páscoa para as crianças no Batan e distribuiu ovos de Páscoa tanto no Batan como no Conjunto Água Branca (Fumacê).

Segundo o Comandante, a festa realizada na sede da UPP foi aberta para toda a comunidade, mas são as crianças que já fazem parte das atividades esportivas que se fizeram mais presentes. Além da piscina, as crianças tiveram também um pula-pula para brincarem antes de receber bombons, ovo de páscoa e bolo.festa 254 festa 241

Integração entre crianças da comunidade e filhos de PM

A UPP BATAN mostra-se no caminho certo. Na festa da Páscoa conversamos com a soldado Machado que estava com sua família na festa. Ela nos conta que sempre leva seu filho de 13 anos e agora sua filha menor nas festas realizada pela UPP. Para a soldado isso é o maior exemplo da confiança que a equipe tem no projeto de pacificação.

Foz Água 5, presente na Festa da UPP Batan

A Foz Água 5 esteve presente na Festa da UPP Batan. Segundo Antônio Pimenta, integração 1 Foz agua 5representante da concessionária, a integração é importante, pois a empresa quer participar da transformação da sociedade – assim com também é o objetivo da UPP, nas palavras de seu comandante. Para Antônio, esta é a oportunidade para explicar sobre o que está acontecendo num momento em que tantas obras estão sendo feitas, com o objetivo de instalar a rede de esgoto, não só no Batan, mas em toda Zona Oeste. Na festa, houve explanação sobre o uso da água e distribuição de brindes para as crianças, bem como de ralos que evitam que os resíduos sólidos passem para dede de esgoto.

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