Quando as pedras no caminho encantam.

Realmente são encantadoras, as belezas encontradas nestas formações rochosas do maciço da pedra Branca.

Pedra do Osso

Pedra do Osso ao lado da Jesus Vem.

Aos poucos os cariocas estão descobrindo as trilhas da cidade, e com esta união das trilhas chamada Transcarioca, algumas belezas vão se descortinando diante de nossos olhos.

Para que se conheça melhor, segue um pouco de sua formação sedimentar.

 

 

 

O PEPB (Parque Estadual da Pedra Branca ) é caracterizado por uma rica geodiversidade, ou seja, é formado por um conjunto de rochas graníticas e gnáissicas de composições, idades e estruturas diversas,  que revelam uma história geológica marcada principalmente pela colisão de placas tectônicas, com a formação do supercontinente Gondwana, e por sua posterior separação e consequente abertura do oceano Atlântico.

Pedra  da Fenda

Jesus Vem vista por trás.

As rochas graníticas são as mais comuns do Maciço da Pedra Branca, e foram formadas a partir da cristalização do magma em grandes profundidades da crosta terrestre, durante a formação de montanhas do ciclo Brasiliano, entre 650 – 460 milhões de anos atrás. As rochas gnáissicas apresentam idades que ultrapassam 790 milhões de anos, e representam antigas rochas sedimentares e ígneas, intensamente deformadas durante a colisão continental. Todas as rochas do maciço são cortadas por diques de basaltos,que registram o início da abertura do oceano Atlântico, há aproximadamente 180 – 140 milhões de anos.

 

A crosta continental, onde hoje se encontra o Maciço da Pedra Branca, foi atingida por um sistema de falhamentos durante o expressivo evento tectônico que deu origem à Serra do Mar, há cerca de 70 – 60 milhões de anos. Posteriormente, nos dois últimos milhões de anos, a região foi submetida a sucessivos ciclos erosivo-deposicionais, que formaram depósitos sedimentares associados a transições climáticas e/ou processos neotectônicos.

A origem e a evolução das trilhas do PEPB.

 As trilhas do Parque Estadual da Pedra Branca têm sua origem e evolução no processo de ocupação histórica da Cidade do Rio de Janeiro, particularmente de seus maciços litorâneos. Até meados do século XVII, as florestas que recobriam as áreas elevadas estavam bem preservadas, permanecendo com suas fisionomias originais praticamente

inalteradas até o início do século XVIII. A partir de então, os diversos ciclos econômicos (carvão, cana de açúcar e café) avançaram paulatinamente sobre as encostas e vales das montanhas cariocas. Essa exploração acabou por incentivar a abertura de caminhos e, com eles, o surgimento das primeiras trilhas nas áreas montanhosas da cidade.

Estas foram as primeiras ações de degradação de seus recursos naturais, conforme será destacado a seguir.

 

Pedra Osso fica ao lado da Jesus Vem

Pedra se equilibra na montanha.

A ocupação do Maciço da Pedra Branca, em particular, teve início no final do século XVI, quando Salvador Correia de Sá doou, em 1594, a seus filhos, Gonçalo e Martim Correia de Sá, as terras existentes entre Tijuca, Jacarepaguá e Guaratiba, incluindo o que hoje conhecemos como Vargem Grande, Vargem Pequena e Recreio dos Bandeirantes. No início do século XVII, os franceses tentaram, através dessa região, dominar o Rio de Janeiro, aportando em Guaratiba, atravessando o maciço e utilizando a Baixada de Jacarepaguá como passagem. Foi nesse século que a atual Estrada da Grota Funda foi aberta, ligando a Barra da Tijuca a Guaratiba.

Parte das terras (sesmaria) de Gonçalo de Sá foram doadas para os monges Beneditinos em fins do século XVII, que transformaram em prósperas fazendas (engenhos) as propriedades de Camorim, Vargem Grande e Vargem Pequena, com intensa atividade agropecuária. Até hoje existem ruínas da Fazenda Vargem Grande na antiga Estrada de Guaratiba, hoje Estrada dos Bandeirantes, no “Sítio Petra”.

No fim do século XIX, os Beneditinos vendem seus latifúndios para o Banco de Crédito Móvel. A pavimentação da Estrada da Grota Funda, cruzando o maciço, acabou por facilitar o acesso à região. A abertura de novos caminhos e trilhas passou a se intensificar, visando proporcionar o escoamento da produção, com destaque para o café.

 

Lindas paisagens vistas do alto.

Se vê a região de Jacarepaguá e Barra.

Ainda no século XIX, iniciou-se o processo de resistência às ações de desmatamento das florestas provocadas pela cultura do café, com a introdução de ações de reflorestamento das áreas então degradadas, passando a ter as trilhas uma nova funcionalidade: a de restauração florestal. Entretanto, a cidade como um todo vivia, no início do século

XX, sua expansão populacional que começava a se direcionar para as áreas elevadas, e essa função restauradora das trilhas deu lugar a vetores crescentes de avanço de população.

As antigas fazendas de café foram divididas em lotes rurais e um novo cultivo  passou a contribuir para o aumento da população local: a banana, atualmente cultura predominante no maciço. Grande parte desses agricultores abriram trilhas de acesso à Serra do Rio da Prata (divisa com Campo Grande) e morros voltados à Vargem Grande, Vargem Pequena, Camorim e Rio Grande, para facilitar o escoamento da produção até as estradas do Morgado, Pacuí, Cabungui, Mucuíba e Sacarrão. Mesmo tendo parte de suas florestas recuperadas, estas passaram a coexistir com aquele cultivo, com sitiantes e tropeiros utilizando mulas para o transporte desse produto agrícola, o que ocorre até hoje em diversos pontos do maciço.

Está é a Pedra que dá nome ao Maciço. Fica escondida na mata, não se tem a visão dela de baixo .

Em meados do século XX o processo de intensa industrialização vivenciado pela cidade, acompanhado de grande crescimento populacional, provocou a aceleração da ocupação das encostas, e a floresta, então parcialmente restaurada, passou a viver uma nova fase de degradação. Mais uma nova funcionalização caracterizou as trilhas do Maciço da Pedra Branca: a de veículo de degradação ambiental provocada pela ocupação populacional crescente. Esse novo ciclo foi inicialmente combatido por meio de uma ação de governo, que, preocupado com o destino dos recursos naturais, criou, em 1974, um parque compreendendo todo o maciço acima da cota altimétrica de 100metros. As trilhas passam, então, a ter a mais importante função de toda a sua história: a de veículo de conservação/preservação ambiental e de uso público (destinadas ao lazer e ao ecoturismo).

 

Convidamos a todos para este encontro com a natureza.

 

#Fonte Secretaria do meio Ambiente da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. neste link disponibilizamos o PDF Guia Trilhas . https://drive.google.com/file/d/0B8xsB5WBApQXZG9neW91dWxIZDQ/view?usp=sharing

Reportagem do G1 sobre o mesmo tema.

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/g1-visita-pedra-do-osso-que-desafia-a-gravidade-e-se-equilibra-na-vertical-video.ghtml

 

Recomendamos a leitura sobre assuntos correlacionados e também que acompanhem o trabalho de alguns outros moradores apaixonados pela região.

Não deixem de visitar: https://www.facebook.com/SerradoBarata/

História da Adutora:  http://historia-de-realengo.blogspot.com.br/2010/03/adutora-veiga-brito-ou-tunel-do-lacerda.html

colaboração: Luiz Fortes do blog Pró-Realengo

Pelada de veteranos ganha novos adeptos.

Pelada entre amigos no campo do Ouro Negro, atravessando gerações.

 Há quase trinta anos um grupo de amigos se reúnem aos sábados por volta de  10:00hs,  para um jogo de futebol. Os uniformes sempre foram adquiridos por meios próprios e dispensamos a ajuda de políticos. 

De uns tempos pra cá o grupo resolveu inovar: Previamente são dividas duas equipes com uniformes da Argentina X Colômbia.

Foto oficial dos dois times.

 

 

 

 

 

 

 

A partir dessa escolha  damos início a um torneio Onde quem vencer as cinco primeiros partidas se torna o campeão dai- são escolhidos e agraciados o artilheiro e melhor jogador do torneio. Já ocorreram dois torneios, estando um campeonato para cada equipe. E neste primeiro semestre de 2017, rolou o terceiro torneio.

 

 

 

Realmente existe muita rivalidade dentro de campo, porém o jogo é limpo, por conta disso o número de torcedores local vem aumentando a cada jogo. o árbitro dos jogos é o Tião Vintém,  considerado como a melhor arbitragem do bairro não deixando de ressaltar que o grupo é  conduzido pelo seu Presidente Edmilson Viana  (que assiste os jogos de dentro de campo)  e o vice presidente Mano. 

E depois de todo “futebol” vão todos comemorar com um suculento churrasco no bar do Ratinho pois ninguém é de ferro.

  •    

                              

Da Argentina o melhor jogador

  • e o da Colômbia o artilheiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Direto do Túnel do Tempo.

 

Essa é mais uma historia do bairro de Realengo, com a colaboração  de Edmilson Viana morador do lado Sul. 

Nós do Jornal Realengo em Pauta e do Blog Pró-Realengo, achamos extremamente valido essa preservação de espaços para diversão e confraternização de moradores. Tendo em vista que muitos locais como este foram varridos do mapa para inúmeras outras coisas que bem poderiam ter outro local, Upas, clinicas da Família, Conjuntos Habitacionais. deveriam deixar mais espaços verdes e de diversão e lazer. 

vejam centenas de fotos neste link. https://www.facebook.com/fotosdojogo

Entrevista com Lutier

Entrevista com lutier

REP: Realengo em pauta descobriu que em Realengo tem um lutier, e eu queria que você primeiro explicasse para as pessoas qual o seu trabalho como lutier?

LUTIER: Existem vários tipos de lutier, existe o lutier que trabalha com instrumento de madeira e existe o lutier que trabalha com instrumento de metal, e existe aquele que trabalha com madeira mas não faz cavaco nem violão só faz contrabaixo, guitarra que é um instrumento um pouco mais diferenciado na maneira de se construir. Eu trabalho só fazendo cavaquinho, violão e banjo, também sei fazer os outros instrumentos, mas não é legal. A forma que eu trabalho na luteria é só com instrumentos de madeira em construção, a forma que eu trabalho é todo artesanal, eu uso muito pouca maquinário, apesar de eu ter hoje em dia, mas uso muito pouco, as vezes  até a lixadeira ,quando eu me pego eu estou lixando na mão porque  quem me ensinou me ensinou tudo na mão, agente costumava dizer que ele fazia instrumento no dente. Quando eu comecei a conhecer realmente como é que se constrói um cavaco com agilidade eu fiquei até perdido, porque eu conheci uns lutieres que são mega profissionais  os caras são de excelência e vi que a forma que eles construíam e montavam o cavaquinho era totalmente diferente ai eu pensei assim: realmente eu estou  precisando me aperfeiçoar mais. Foi isso até que me qualificou um pouco a mais de que algum, não estou dizendo melhor, me qualificou só um pouco a mais porque eu consigo trabalhar dês da forma antiga, alguns falam dessa forma pré-históricos, como da forma mais moderna. Existem duas formas de construir um cavaquinho, o método contemporâneo e o método espanhol, eu sei fabricar das duas formas. Eu conheço lutieres que tem vinte, vinte cinco anos que não sabem fabricar da forma que eu fabrico.

REP: Além de fazer a construção do instrumento o lutier também faz concertos, aprimoramentos em algum instrumento ou só mesmo a construção e a finalização do instrumento?

LUTIER: Não. Existe o lutier que trabalha só com a fabricação, não gosta de pegar concerto por que realmente você trabalhar com a fabricação e com o concerto da uma dor de cabeça tremenda, porque o tempo que você pode proporcionar para fazer um cavaquinho você não vai ter o tempo necessário porque você tem  que se dedicar aos concertos ,então acaba atrasando  as fabricações ou atrasando os concertos mas o lutier sim ele sabe concertar, nó entendemos a mecânica como é que se constrói então quando da algum defeito no instrumento agente sabe o que tem de fazer ,então agente também trabalha, no meu caso com reforma e construção; porém existe um rapaz que se chama Gerson que trabalha comigo aqui realizando só os concertos.

REP: A sua demanda principal vem da onde? Vem de músicos da região, vem de músicos de outros lugares, é mais focado no violão, cavaquinho ou no banjo?

LUTIER: quando eu falo que tenho só um ano e dois meses de profissão as pessoas não acreditam; mas quando eu comecei há um ano atrás eu só fazia concerto, porque eu trabalhei com Valtão que foi meu mentor, foi um excelente  professor ,infelizmente já faleceu ,mas quando eu trabalhei com Valter eu fazia muito concerto , então o pessoal que me procurava era o pessoal aqui da região, quando comecei a divulgar no faca book na internet o pessoas de outras cidades começaram a me procurar, então exigiu um aprimoramento maior meu, quando eu fui ver eu já estava fazendo concerto e fabricando.

REP: E hoje em dia, você fabrica mais ou concerta mais?

LUTIER: Hoje em dia eu Luiz Carlos só fabrico mas tem o rapaz que concerta, o cliente que quiser vir pra reparar agente vai fazer, mas vai ser outro lutier que vai fazer ,que também é um excelente lutier .

REP: Você falo que esta desenvolvendo essa habilidade há um ano e pouco, você tem outra história. Da onde vem essa outra história do Luiz Carlos?

LUTIER: E porque eu era lutador de MMA profissional aproximadamente por dez anos, viajava, eu não trabalhava eu só lutava vivia realmente da luta, só que há dez anos era realmente muito difícil a vida de lutador de MMA, então eu consegui comprar uma moto de um amigo meu e comecei a trabalhar de moto taxi, então eu conciliava o moto taxi com o MMA, na minha ultima luta eu quebrei a mão e passei uma grande dificuldade fiquei três meses passando fome com duas crianças, graças a DEUS pros meus filhos não faltou nada mas o noite agente queria comer algo eu e a minha esposa  agente não tinha; é a quem eu devo muita coisa a minha esposa , sem ela eu acho que  hoje não estaria onde estou, abaixo de DEUS, lógico, então eu trabalhando no moto-táxi e do nada dentro da igreja, saída igreja e falei: vou vender a moto, vou vender batata. Vendi a moto e comecei a vender batata no meu portão, também não deu muito certo, nem pelo movimento, eu necessitava de comprar batata no Ceasa e não tinha carro, ai eu desisti da batata e comecei a procurar emprego novamente e estava afastado da luta por que tinha a lesão na mão, ai eu me lembrei do Valtão, comecei a ir na casa do Valtão, eu tinha deixado um cavaquinho meu lá com ele, pra ver quanto é que ele me cobrava  pra concertar e saber se o cavaquinho ainda existia lá, graças a DEUS ainda existia, ai eu comecei indo La já existia outro lutier com ele  Antônio que é um bom lutier perguntou pra mim se eu queria trabalhar com ele me ofereceu um salário, poxa!! Muito bom. Eu, desempregado, passando uma grande dificuldade, escutei um bom salário, fui; mas foi só ilusão, acabou que ele não teve condições eu nem cheguei a trabalhar com ele; seu Valter viu que eu era um cara dedicado, empenhado e me chama pra trabalhar, foi aonde as coisas começaram a caminhar para o mundo da luteria e onde as coisas começaram aclare ar pra mim graças a DEUS, ai eu fiquei trabalhando com seu Valter aprendendo por uns três, quatro meses, na época seu Valter  estava com uma cirurgia, se internou durante um mês e meio , voltei a passar um pouco de dificuldades porque eu trabalhava na oficina dele ,eu não tinha nada. Conheci outro rapaz que queria abrir uma luteria e “fechei” com ele essa luteria, só que ele não vinha trabalhar, só eu que trabalhava ai eu fiquei muito chateado, e falei que não quero mais nada, quero desfazer tudo, ai ele falou: você me compra isso ai. Comprei com todo maquinário, tudo com dinheiro da lutieria. O que eu quero explicar é o seguinte: Eu era lutador, de lutador fui pra moto taxista, de moto taxista, vendi bata, depois eu fui pra lutieria, a lutieria também deu uma queda, e com o dinheiro da lutieria hoje eu consegui pagar meus maquinários todos, comprei mais maquinário, tenho a minha loja, depois que sai do Valter comecei a trabalhar na garagem de minha sogra, o chão era todo de barro  vazava água por baixo –só JESUS na causa- Sai de La e consegui alugar aqui onde estou, e estou ai até hoje graças a DEUS. Tudo que eu tenho hoje em dia eu agradeço a DEUS e a, tudo, tudo que eu tenho, e se DEUS quiser ainda hão de vir mais coisas. E hoje em dia eu mando cavaquinho pra Rio Grande do Sul, São Paulo. Estou mandando um  agora pra Bahia, tem um rapaz que viaja pra Santa Catarina que é meu cliente também, graça a DEUS, tem até um musico famoso gospel  Juninho do Banjo eu estou fazendo um instrumento pra ele. Hoje em dia eu não tenho que reclamar mais, só trabalhar bastante.

 

Domingo Aéreo 2015. Uma Festa Para Todas As Idades.

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   O Museu Aeroespacial, no Campo dos Afonsos (Rio de Janeiro), em homenagem ao dia do aviador, anuncia as festividades para o Domingo Aéreo, no próximo dia 18 de outubro, das 9:30h às 15:30h.

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 O evento será um grande show aéreo, com voos acrobáticos, rasantes de caças da Força Aérea, paraquedismo, demonstrações de salvamento e resgate com helicópteros, giro de motor do P-47 Thunderbolt ( Avião do Primeiro Grupo de Aviação de Caça , onde os pilotos brasileiros voaram durante a segunda Guerra Mundial, nos céus da Itália ), exposição de aeromodelismo, dentre outras atrações.

https://www.youtube.com/watch?t=1&v=9Gy4NFmTJEc

“A aviação será abordada com um viés cultural, conforme ocorre todos osFesta_ano_passado 4 Festa_ano_passado 2 Festa_ano_passado 1 anos, com o objetivo de preservarmos o legado de Santos Dumont,  Pai da Aviação, com muito entretenimento  para as famílias, projetando os trabalhos realizados pela Força Aérea”, ressalta o Coronel Denar de Carvalho Soares, Comunicação Social do Museu Aeroespacial.

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Entre pousos e decolagens, atrações musicais,  barracas de alimentos, parquinhos, sorteio de brindes, stands promocionais e institucionais, visita ao interior de vários aviões, os visitantes poderão  tirar fotos e  conversar com os pilotos que participarão do evento.

A expectativa é que um público de trinta mil pessoas prestigie o evento, gratuito na área externa e com cobrança de R$ 5,00 para visitação ao interior do Museu.

No  Museu Aeroespacial, considerado o maior da Hemisfério Sul, estão exposto 100 aeronaves,  os  visitantes poderão  constatar o papel da Forças Armadas e da indústria aeronáutica na defesa e no desenvolvimento do Brasil.

serviço:  Museu Aeroespacial, no Campo dos Afonsos (Rio de Janeiro)

Av. Marechal Fontenelle, 2000 – Campo dos Afonsos – Sulacap RJ.

Dia 18 de outubro, das 9:30h às 15:30h.

 

www.musal.aer.mil.br

Agora em Realengo a primeira Escola privada de Técnicos em Citopatologia do Estado.

Agora em Realengo a primeira Escola privada de Técnicos em Citopatologia do Estado.No mês do Outubro Rosa está é uma noticia sensacional, que promete fazer a diferença na saúde da mulher no estado do Rio de Janeiro.

Fomos ouvir o professor João dos Santos Gonçalves que se empenhou em trazer este curso inédito em nosso estado para o bairro de Realengo exatamente no ano em que ele comemora 200 anos, certamente um presente e tanto que formará profissionais que salvarão muitas vidas.

No coração de Realengo em frente a UCB.

No coração de Realengo em frente a UCB.

O       Centro de Aperfeiçoamento Profissional Biomédico – CAPBio, nasceu como fruto da dedicação e denodo do professor João dos Santos Gonçalves, que há 20 anos se dedica à

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Salas confortáveis e climatizadas e bem equipadas.

formação,  à preparação e à qualificação de mão de obra especializada na área de saúde, cuja sua preocupação maior foi o profissional de nível médio, de quem depende em grande parte o andamento e o sucesso dos serviços de saúde, quer públicos quer privados.  Em 2011, o professor João dos Santos Gonçalves motivado por um grupo de alunos e com o objetivo de suprir a carência de cursos na região, fundou o Curso CAPBio para ofertar cursos de atualização, de aperfeiçoamento profissional e de preparatórios para concursos públicos na área de saúde. Os idealizadores da Instituição foram os  professores João Gonçalves e   Patrick Menezes.  A modernidade de seus propósitos, aliada ao alto nível de formação do corpo docente, elevou o bom nome do curso e fez com que o seu prestígio ultrapassasse fronteiras.  Em 2014, foi criada a Escola Técnica CAPBio, com sede na Avenida de Santa Cruz, 1678, sala 204, 00250 Lojas A e A, no bairro de Realengo.

         CapBio00004O Estado do Rio de Janeiro possui extrema carência de profissionais da área de Citopatologia, devido à inexistência da oferta de um Curso Técnico em toda rede de escolas técnicas privadas dos 92 municípios que compõem o estado do Rio de Janeiro. O único curso de formação de Técnicos em Citopatologia ofertado no estado do Rio de Janeiro funciona no município do Rio de Janeiro por meio da rede pública federal de ensino, resultado de uma parceria entre a Escola Politécnica Joaquim Venâncio (EPSJV), unidade da Fundação Osvaldo Cruz (FIOCRUZ) e a Divisão de Patologia (DIPAT) do Instituto Nacional do Câncer (INCA), que recebe uma demanda de alunos de todo Brasil, já que são inexistentes ou escassos cursos de formação para Técnicos em Citopatologia em todas as unidades federativas do Brasil, o que ressalta a relevância social do curso ora ofertado em Realengo, além disso  dados  estatísticos  do (INCA) relacionados ao  câncer de colo do útero aponta  esta doença como o terceiro tipo de tumor com maior incidência sobre as mulheres no Brasil – embora, na região Norte, ocupe o primeiro lugar. Segundo estimativas do INCA, publicadas em 2014, 4.540 novos casos surgirão em 2015 no Brasil, e somente no estado do Rio de Janeiro 590 casos.

Professor João, exibindo orgulhoso a Autorização da Secretaria de Educ. do Estado.

Professor João, exibindo orgulhoso a Autorização da Secretaria de Educ. do Estado.

De acordo com o (INCA), os dados mais recentes sobre o panorama mundial mostram que, em 2008, 275 mil mulheres morreram vítimas desse câncer e que mais de 85% delas viviam em países  em  desenvolvimento.  Uma provável explicação para as altas taxas de incidência em países em desenvolvimento seria a inexistência ou a pouca eficiência dos programas de rastreamento das lesões precursoras do câncer do colo do útero.  Um dos personagens principais para o êxito destes programas de rastreamento é um trabalhador de nível médio que atua, em geral, na análise microscópica das lâminas do [1]‘Teste de Papanicolaou ou Preventivo do câncer ginecológico’, esse profissional é o Técnico em Citopatologia que integra as equipes responsáveis pelo diagnóstico e prevenção do câncer nos Laboratórios de Anatomia Patológica e Citopatologia  isolados ou em Clínicas e Hospitais, o que reforça a importância da existência em Realengo pela Escola Técnica CAPBio.

OBJETIVOS DO CURSO

           O Curso Técnico em Citopatologia objetiva a formação do técnico de nível médio para atuar em laboratórios de Anatomia Patológica e Citopatologia segundo especificidades da citologia e da histologia na perspectiva da promoção da saúde, prevenção de agravos e tratamento de doenças.

  • Participar do planejamento, programação e orientação das atividades nos Laboratórios de Anatomia Patológica e Citopatologia nos campos da citologia e da histologia:
  • reconhecer a morfologia celular e interpretar suas alterações;
  • reconhecer situações de risco na execução de ações e procedimentos pertinentes aos exames citológicos e histológicos e suas consequências;
  • operar equipamentos necessários à realização de exames citológicos e histológicos;
  • reconhecer insumos pertinentes à coleta, ao processamento, à fixação, ao acondicionamento e ao transporte de amostras;
  • utilizar insumos pertinentes à fixação, ao processamento, ao acondicionamento e ao transporte de amostras;
  • confeccionar lâminas segundo técnicas específicas;
  • realizar técnicas de coloração de amostras;
  • avaliar a qualidade das amostras conforme protocolos e normas nacionais;
  • correlacionar informações clínicas com os achados citológicos;
  • reconhecer, no preparado citológico, a microbiota normal, patológica, os agentes infecciosos, artefatos e estruturas de outra natureza;
  • marcar campos com estruturas e alterações morfológicas significativas;
  • escrutinar, interpretar e registrar os resultados dos preparados citológicos, conforme protocolos e normas nacionais;
  • utilizar técnicas de recepção e de tratamento prévio do material encaminhado para exame;
  • aplicar métodos de fixação, de inclusão, de execução dos cortes, de coloração e de montagem de lâminas;
  • operar equipamentos utilizados na execução das técnicas citológicas e histológicas.

Quem são eles.

DIRETOR : Prof. João os Santos Gonçalves

Doutorando em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Mestre em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal  do Rio de Janeiro.

Especialista em Citopatologia pela Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

DIRETOR ADJUNTO : Prof. Patrick Menezes Lourenço

Mestre em Medicina Laboratorial pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Especialista em Análises Clínicas pela Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.


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O que é Citopatologia?

Citopatologia é o estudo das células e suas alterações em casos patológicos.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Citopatologia

O verde vira cinzas.

O verde vira cinzas.

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Serra do Barata queima lentamente. foto: Luiz Fortes

No dia mais quente do inverno, além da população sofrer muito com esta sensação de forno, o meio ambiente também sofre com esta seca.

Este é um flagrante captado no inicio da noite do dia 31 de agostos de 2015.

Serra do Barata, no Maciço da Pedra Branca um incêndio vai queimando lentamente a floresta que seria a solução para a melhoria do nosso ar.

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foto : Leandro Fraga

Ontem também recebemos esta denuncia do leitor Leandro Fraga, mas não tivemos tempo hábil para denunciar.

 

 

 

 

Marcelo Rodrigues leitor do blog pro-Realengo enviou esta filmagem.

Comissão de Empresários foi ao comando do 14º BPM, solicitar mais policiamento.

 O Blog Pró-Realengo atendendo ao convite da ACIRA (Associação Comercial de Realengo e Adjacencias),  esteve presente ao gabinete do comandante do 14º BPM de Bangu, onde uma comissão formada por Dr. Sidnei Barros (Acira) Vereador Marcelino D’Almeida e Wagner Ferreira (ACERB) Jorge Eduardo e Sales Moreno do CCS (Conselho Comunitário de Segurança) entre outros,

VISITA 14 BPM 072015 BVISITA 14 BPM 072015 A

 foram  solicitar ao Coronel Friederik Bassani, que fosse reforçado o policiamento da região onde a população está reclamando de aumento da violência. Mas isso foi retrucado por números apresentados pelos subordinados do comandante, através de gráficos com dados estatísticos, mostrando que a violência esta em queda de uma forma geral neste primeiro semestre, isso baseado na mancha criminal que é montada a partir dos registros de ocorrências.

 Entendemos então que o tiro pode estar comendo solto, mas se o cidadão não registrar em uma delegacia policial, não é real para a segurança publica. (Pró Realengo)

Tendo em vista que o 14º Batalhão/Bangu,  que cobre uma das maiores áreas do Rio de janeiro que em sua inauguração tinha um efetivo de mais de 1.000 policiais, agora conta com algo em torno de menos de 500, isso contando com os afastados por diversos motivos, doença, má-conduta, problemas psicológicos, férias, licenças diversas, o que trás os números para um patamar em torno de 300 homens, que são ainda divididos em escalas e folgas, ficando um numero bem menor nas ruas.

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Esta comissão também tocou no assunto da ocupação da antiga 33ª Delegacia policial que foi solicitada em projeto conjunto com as associações comerciais de Realengo e Bangu para que fosse transformada num posto avançado do 14ºBPM, e oficialmente até a presente data não foi totalmente utilizado conforme o desejo de ambas as entidades.

Coronel Friederick

Coronel Friederick

O Comandante Friederik Bassani disse que este projeto não nasceu na administração dele, mas já tomou conhecimento e que os papeis estão correndo para que a utilização seja do agrado de todos, mas lembrou que uma nova politica está sendo testada nos Batalhões e que antigos projetos como as UPPs, que não apresentaram os resultados desejados, estão sendo substituídos pelos Batalhões de Proximidade, o qual irei me empenhar para que seja dado a este local o destino de um destes programas que tem sido testado e vem mostrando resultados positivos nas áreas em que já está implantado como por exemplo a grande Tijuca.

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Aqui mostramos os dados do 1º Semestre, e voltamos a fazer um apelo a população: Façam as ocorrências de quaisquer evento pois somente com isso obteremos mais efetivo para nossa região.VISITA 14 BPM 072015 D

E as autoridades pedimos que agilizem o registro, pois a grande reclamação da população é a demora para tal, e mais ainda, que os registros virtuais (no site) fossem considerados para a tal mancha, pois certamente teriam dados mais atualizados do que ocorre nas ruas.

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Convite para a reunião do Conselho Comunitário de Segurança de agosto 2015.

Obs: Recomendamos também a leitura deste artigo, onde num debate na UCB, foi falado sobre esta nova politica de Segurança publica.

http://pro-realengo.com.br/debate-sobre-seguranca-publica-e-reducao-da-maioridade-penal/

Por Luiz Fortes (criador e administrador do pro-Realengo)

A banalização da violência

A banalização da violência

(a visão de um jovem diante da violência urbana)

Pedro Fortes 29 de abril · Editado ·

Essa foto foi tirada na manhã de hoje. Apesar da qualidade contestável, ela mostra um Policial Militar caminhando tranquilamente por uma das entradas da

Imagem de Pedro Laport tirada do onibus.

Imagem de Pedro Laport tirada do onibus.

Rocinha. Nesse momento chegavam um grupo de policiais militares numa provável troca de turno, todos aparentemente tranquilos e relaxados. O policial, passava pelos moradores sem ser perturbado e nada parecia chamar sua atenção, em uma cena cotidiana em um início de manhã de uma quarta feira chuvosa. Ele provavelmente estava com a cabeça no feriadão, pensando pra onde iria viajar, pra que praia iria com a sua família… preocupações que provavelmente eram as mesmas do vendedor da padaria que está atrás dele, ou do moto taxista que conversa tranquilamente com seu companheiro de profissão.

Essa cena é tão habitual que não se percebe de primeira o tamanho da arma que ele carrega em suas mãos, e se olharmos nos rostos das pessoas em volta, nenhuma tem o mínimo de indício de temor ou apreensão. Todos estão ‘seguros’.

Acho que poucas vezes uma imagem me causou tanta intriga. Não consigo entender o que há de natural nesse fato, não entra na minha cabeça a tranquilidade refletida nos olhos dos moradores. Me pergunto o que esse Policial estava fazendo com uma arma tão letal, passeando tranquilamente entre trabalhadores, crianças, idosos, donas de casa e diversos outros transeuntes. Será que há um caso de tamanha periculosidade que justifique o uso de tal armamento? E se houver um caso, qual a serventia de uma arma tão desproporcional senão tirar vidas à esmo?

Refleti por toda a manhã: ‘será que a gente aceitaria que um policial militar esteja fortemente armado na porta de nossas casas?’ Será que é essa a pacificação de nossas favelas? Onde se substitui a icônica figura de um traficante com um fuzil nas mãos para darmos o controle à uma icônica figura fardada com fuzil nas mãos? Não precisamos substituir a figura, precisamos substituir nosso entendimento, nossa concepção e contestar nossos valores de segurança, não podemos naturalizar que lá há tiroteio e mortes a cada noite, e nem negar os direitos de quem lá mora porque não nos identificamos com eles.

O Rio de Janeiro não irá parar no dia que a ‘favela descer’, o Rio de Janeiro irá parar no dia que a favela não descer.

Em tempos de humanidade tão desumanizada, nada deve parecer natural.

Pedro Laport Fortes – Jovem Realenguense estudante de Publicidade e Marketing mostrando sua veia jornalística.

Pedro Laport Fortes – Jovem Realenguense  mostrando sua veia jornalística.

Pedro Laport Fortes – Jovem Realenguense estudante de Publicidade e Marketing mostrando sua veia jornalística.

 Nota do blog:

1) Ótima observação dos detalhes, e mais ainda, na concepção do texto que exprime muitas de nossas duvidas. Onde vamos parar??? (parabéns garoto)

2)Recomendamos a leitura das declarações do Coronel Íbis Pereira no site pr=o-Realengo, a qual tem grande relação com este texto. http://pro-realengo.com.br/debate-sobre-seguranca-publica-e-reducao-da-maioridade-penal/

CRIME AMBIENTAL CONTRA PALMEIRA CENTENÁRIA.

CRIME AMBIENTAL CONTRA PALMEIRA CENTENÁRIA.

É com muito pesar que comunicamos a morte desta Palmeira, que por muitos e muitos anos ornamentou a entrada da Fabrica de Cartuchos e resistiu bravamente ao abandono sem cuidados algum, somente com a própria natureza lhe dando sustendo… Mas a mão do homem teima em destruir o que Deus criou e cuida silenciosamente.

Antes  e Depois de sufocada por entulhos.

Antes e Depois de sufocada por entulhos.

Em menos de um ano como essas fotos retratam, o despejo de entulhos promovido pela empresa Foz Águas 5, que transfere para o local montanhas de entulho excedente que retira das ruas do bairro, onde vem implantando a rede de esgoto e põe na calçada da antiga Fabrica de Cartuchos, este procedimento sufocou a planta na raiz, causando sua morte.

E o que se vê agora é que somente uma vai resistindo bravamente aos maus-tratos promovidos pelo homem, infelizmente não se sabe até quando ela vai sobreviver.

Rua Pedro Gomes, onde ainda resistem a ação do homen.

Rua Pedro Gomes, onde ainda resistem a ação do homen.

Obs: Tanto na frente quanto nos fundos, duas dessas Palmeiras foram plantadas e segundo dizem historiadores, elas serviam como marco natural para o caminho da Família Imperial, e as do fundo seriam uma marcação de rota alternativa, para que a diligência desviassem de possíveis ataques sem perder o rumo.

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Entulhos sufocaram estas palmeiras Imperiais.

Obs: Este local atualmente é alvo de uma briga entre uma Fundação Habitacional (ligada ao Exército) leia-se POUPEX e o Movimento Popular “ O Realengo Que Queremos” ,que reivindica para o local a implantação de um parque Ecológico, já chamado de Parque Realengo Verde. Como esta briga já se encontra na justiça, roguemos aos céus que a decisão seja para o povo, que não tem opções de  lazer, nem local apropriado para caminhar, correr etc.

Local: Rua professor Carlos Wenceslau, em frente a Antiga Fabrica de Cartuchos. (atrás da igreja Nossa Senhora da Conceição)

‪#‎fozaguas5 ‪#‎parquederealengoverde   (obs: Parcialmente resolvido, pois não jogam mais entulhos nelas…mas ressuscitar impossível)

Luiz Fortes morador da rua do Imperador, lado Sul – Criador e administrador do blog Pró-Realengo

COMO NOTICIAMOS A MAIOR TRAGÉDIA DE REALENGO.

COMO NOTICIAMOS A MAIOR TRAGÉDIA 7deabril 8deabril EM Tasso da SilveiraDE REALENGO.

 

 

 

 

COMO NOTICIAMOS A MAIOR TRAGÉDIA DE REALENGO.

Primeiramente ficamos estarrecidos com a dimensão do ocorrido, e constatamos pela TV e internet que todas as mídias já estavam lá…e além do mais, o Blog Pró-Realengo, que foi criado em 2008 ainda no Blogspot, sempre foi focado em PROmover o bairro, lutar em PROL de melhorias buscando seu PROgresso social, cultural e econômico e evitamos coisas que venham a denegrir a imagem do bairro, não que queiramos virar as costas para os problemas, ao contrário, queremos que eles cessem ou ao menos diminuam e não nos aproveitarmos deste ou daquele episódio de alguma forma para ficar em evidência…evidência esta que foi natural, pois o mundo todo nesta época voltou os olhos para Realengo e ao digitarem o nome do bairro acabamos ficando muito conhecidos, registrando só naquele mês 10.000 visitas no site. Decidimos postar somente uma tarja preta, e posteriormente fizemos a divulgação das ações e lutas que os parentes das vítimas até hoje travam com o poder público, para que isso não volte a ocorrer nunca mais.

sexta-feira, 8 de abril de 2011 Brasil, um país do Presente!

Esta é uma imagem NEGATIVA , que não queremos nem em Realengo, nem em nenhum local. O Pró-Realengo evitou postar algo sobre o assunto, pois além de toda mídia já estar falando exaustivamente, este espaço foi idealizado para promover o bairro com suas coisas boas e ajudar moradores a reivindicar melhorias das coisas ruins. Mas entende que esta tragédia é fruto de falta de educação básica. Se o ensino fosse levado a sério neste país, com professores e funcionários envolvidos na área sendo remunerados dignamente, hoje as empresas não estariam com déficit de mão de obra qualificada, e consequentemente a geração de emprego e de renda seria melhor e evitariam que mentes vazias pudessem ter tempo de planejar um plano muito bem arquitetado como este que vitimou não só essas crianças, mas seus familiares, que terão que conviver só Deus sabe como, com essas lembranças e um vazio eterno em suas vidas.

Senhores educadores e governantes da área educacional repensem essa politica de “País do Futuro”. Quando será este futuro que eu já ouvia falar nos anos 60 quando tinha a idade dessas crianças… se queremos mesmo um Brasil melhor o caminho é A MELHORIA NA EDUCAÇÃO. Vamos pensar e agir como “Um país do Presente”, urgente enquanto ainda há tempo.

Postado por Pro-Realengo – Luiz Fortes (administrador) às 09:13

Como nosso editor ficou sabendo da tragédia?

Como é de costume até hoje sempre pela manhã dou uma vasculhada nas mensagens, nas postagens , nos comentários, publico algo e este dia não foi diferente, ficando totalmente desligado de televisão, no máximo ouço uma música… e por volta de 11 horas recebo um telefonema de um amigo de longa data, Jorge Pereira, com quem trabalhei lado a lado por 26 anos, e aqui transcrevo a conversa telefônica que está muito fresca em minha mente ainda hoje.

– E ai Fortes tudo bem?

– Sim camarada tudo legal.

– E com esposa e filho ….

– Tudo legal também.

– Eles estão em casa?? (já fiquei meio cabreiro)

– Não, minha esposa está fora agora e meu filho está no colégio..

– Ele estuda perto? (Já ficando preocupado)

– Sim bem perto, porque?

– Cara não sei como falar…aconteceu uma tragédia numa escola ai em Realengo e estou preocupado com eles…como ela vai reagir…ele estuda onde..

– Jorge, onde soube disso…que escola??

-Tá em todas as televisões…desde cedo, tu não tá sabendo??

Liguei a TV para entender a preocupação dele… Fiquei estarrecido enquanto via as imagens e as narrações, juntamente com o relato dele ao telefone e disse-lhe que não era a escola em que ele estudava, etc e que não era tão perto assim da minha casa.

Então só tive a confirmação da grande amizade e consideração com esta preocupação com minha família por parte do Zerão (apelido do Jorge). Como diziam os mais velhos: “Amigos a gente conta nos dedos”.